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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

terça-feira, 12 de julho de 2022

EDITAL DA V MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 2022 - EDIÇÃO VIRTUAL



EDITAL DA IV MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 2021 - EDIÇÃO VIRTUAL

Em virtude da pandemia provocada pelo coronavírus (Covid-19), a APPERJ (Associação Profissional dos Poetas do Estado do Rio de Janeiro) vem a público trazer o edital da IV MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 2021, EDIÇÃO VIRTUAL. Diferentemente da I e da II Mostras, ocorridas no espaço do Auditório Machado de Assis, Fundação Biblioteca Nacional, em 2018 e 2019, a III Edição foi virtual, o que ocorrerá também nesta edição tecnológica. E, para tal realização, seguem as diretrizes descrita em nosso edital, através da página da APPERJ, no Facebook:

sábado, 19 de junho de 2021

EDITAL DA IV MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 2021 - EDIÇÃO VIRTUAL






EDITAL DA IV MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 2021 - EDIÇÃO VIRTUAL
Em virtude da pandemia provocada pelo coronavírus (Covid-19), a APPERJ (Associação Profissional dos Poetas do Estado do Rio de Janeiro) vem a público trazer o edital da IV MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 2021, EDIÇÃO VIRTUAL. Diferentemente da I e da II Mostras, ocorridas no espaço do Auditório Machado de Assis, Fundação Biblioteca Nacional, em 2018 e 2019, a III Edição foi virtual, o que ocorrerá também nesta edição tecnológica. E, para tal realização, seguem as diretrizes descrita em nosso edital, através da página da APPERJ, no Facebook:

 

terça-feira, 30 de março de 2021

Luiz Otávio Oliani


O professor e escritor, Luiz Otávio Oliani, responde de maneira clara e objetiva, quando perguntamos qual a importância da poesia contemporânea no Brasil e como ele avalia a atividade Mostra de Poesia Contemporânea promovida,  anualmente, pela APPERJ?

"A poesia contemporânea reflete a continuidade da produção vigente, tendo em vista que o Pós-Modernismo abarca todos os  estilos e tendências. Diante de espaços tão  pequenos e restritos para circulação da literatura, a Mostra de Poesia Contemporânea desenvolvida pela APPERJ é de fundamental importância, a fim de dar visibilidade ao que é produzido hoje; razão pela qual merece todos os elogios."


Luiz Otávio Oliani cursou Letras e Direito. É professor e escritor. Participa de mais de 200 livros coletivos. Recebeu mais de 100 prêmios. Publicou 14 livros, sendo  "A Vida sem Disfarces", seu livro de minicontos, o mais recente. Foi contemplado em 2019, pela APPERJ, com o título de "Melhor Autor Apperjiano" pelo conjunto da obra, no mesmo ano recebeu o prêmio Nelson Rodrigues, concedido pela UBE - União Brasileira dos Escritores. Participou das três mostras de poesia contemporânea, promovidas pela Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro, em que hoje é diretor de comunicação social.


 Mostras promovidas pela APPERJ:

2018- Auditório Machado de Assis- Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

I MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ

https://mostraapperj.blogspot.com/p/iii-mostra-de-poesia-contemporanea.html




2019- Auditório Machado de Assis- Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

II MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ

https://mostraapperj.blogspot.com/p/iii-amostra-de-poesia-contemporanea-2019.html





Edição Virtual 2020

Categoria Escrita - III MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ 

https://mostraapperj.blogspot.com/p/iii-mostra-de-poesia-contemporanea-2020.html

    Categoria Fotopoema - III MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ       

     https://mostraapperj.blogspot.com/p/iii-mostra-de-poesia-contemporanea_17.html

Categoria Sonora - III MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ          

      https://mostraapperj.blogspot.com/p/categoria-poesia-sonora-iii-mostra-de.html

Categoria Audiovisual - III MOSTRA DE POESIA CONTEMPORÂNEA DA APPERJ

mostraapperj.blogspot.com/p/categoria-video-iii-mostra-de-poesia.html


METEORITO
Luiz Otávio Oliani
 
"O eterno é que me veste"
Astrid Cabral
 
não planejo escrever um verso
ele vem até mim
e explode em linguagem
 
domesticado
não fujo da sina
 
se o poeta é
imerso no coletivo,
como usar o verbo
sem que represente
a si próprio?
 
mesmo assim
escrevo
escrevo
não para ser eterno
nem alcançar glórias
 
escrevo
porque sou instrumento
da palavra que Deus sopra
em meus ouvidos




quarta-feira, 17 de março de 2021

MINHA MPB MORDE- Depoimento de Ana Neves e Fabrício Fortes


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Ana Neves e Fabrício Fortes participaram da I Mostra de Poesia Contemporânea da APPERJ, que aconteceu em 2018, no  palco do  auditório Machado  de Assis, na Biblioteca Nacional do Rio  de Janeiro. Em seu  depoimento, dissertam sobre a importância das atividades da APPERJ e sua contribuição para o cenário  cultural.

Minha MPB Morde- Música e Aforismos Desaforados.
Músicas, aforismos e teatralidade.
O show
Como um desdobramento do show TODOS OS SENTIDOS (de estética mais intimista, em formato solo, voz e violão) em que o artista Fabrício Fortes já vinha intercalando aforismos e canções, nasceu, em 2014, o show autoral MINHA MPB MORDE – Música e Aforismos Desaforados, no qual o cantautor e violonista compartilha o palco com a atriz Ana Neves (backing vocal e percussão leve).
O Show é consequência da união de diversas linguagens e vivências.
As inspirações estéticas, textuais e visuais, trazem influências da Arte Mambembe, com a interpretação teatralizada dos aforismos que preludiam as canções.
As letras das canções e os aforismos, transitam entre crônicas reflexivas, argumentativas e poéticas, aliadas a ritmos variados como samba, bossa nova, MPB, coco, Jazz, rap, black music, flamenco e experimentalismo.
O resultado é um show leve, contundente e bem-humorado que busca traduzir a sociedade moderna e sua pluralidade, em um misto de informação e entretenimento.






Para maiores informações sobre a dupla, acompanhe suas  redes sociais:

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

DEVORÁVEL- Tchello d'Barros


DEVORÁVEL
(Videoarte)

Sinopse
Nós somos o que comemos? "Você tem fome  de que"? O que  alimenta a nossa  alma? Como a arte entra em nós? 
O videoarte "Devorável" não pretende responder essas perguntas, mas fomentar questionamentos sobre  os conteúdos que nos alimentam nessa era de hiperinformação e endurecimento dos sentimentos, nossa "modernidade líquida", "onde tudo é sólido e se desmancha no  ar". A antropofagia brasileira e a cultura de massa são conceitos tensionados quando  uma musa contemporânea  e tropical devora  poesia.

Tchello d'Barros apresentou  o  vídeo "Devorável" na I Mostra de Poesia Contemporânea em 2018, no  palco do  auditório  Machado de Assis, na Biblioteca Nacional do  Rio de Janeiro

Coletivo  Praia Vermelha Filmes. "Devorável" é uma produção do coletivo de audiovisual Praia Vermelha Filmes  (RJ), gravado em tecnologia 4k, somando os talentos da atriz Mariana Praga com a equipe formada por Adriele Pereira, Camila Gutrop, Clécia Oliveira, Fernanda Bastos, Guinevere Gaspari, Kadu Barros, Mariana Saguias, Milton Lopes, Natália Alvim e Nathanael Sampaio, com roteiro  e direção de Tchello d'Barros



Tchello d'Barros
 












 Techello d'Barros é um escritor e artista visual brasileiro, vive no  Rio  de Janeiro. Entre prosa e poesia, publicou  7 livros e tem crônicas, contos, ensaios e poemas publicados em cerca de 100 coleções, antologias e livros didáticos. Suas criações visuais participam em mais de 150 exposições em 15 países. Ministra oficinas literárias, dedica-se a à produção audiovisual e a itinerância do  seu  projeto multimídia de Poesia Visual "Convergência"

Victor Meirelles- Depoimento

 

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Victor Meirelles



Ator, arte educador, ativista cultural. Estudou  na Etec (Escola Técnica de Comunicações Radio  e Tv) e na Cal  - Casa de Artes Laranjeiras. Além do  rádio,  o  ator faz trabalho  em todo Brasil de arte/educação, atuando  nas periferias, subúrbios, escolas, ongs, centros culturais e empresas. Já atuou na TV, programas  e séries. Com o  teatro, esteve na Broadway (EUA) e em outros países.


Victor Meirelles participou das Mostras de Poesia Contemporâneas da APPERJ  I  e  II, em 2018 e 2019





Segue abaixo sua apresentação na II Mostra de Poesia Contemporânea, no  palco do Auditório Machado  de Assis,  na Biblioteca Nacional do  Rio de Janeiro, em setembro  de  2019.


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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

QUINTO ELEMENTO- Val Mello ( Poesia e Multimídia )

Quinto Elemento

O dançarino é um poeta.

Talvez, maior de todos.

Usa o corpo como caneta

Para escrever frases da alma.

 

Na ponta dos pés, asas invisíveis

Alçando voos, por tantos mundos.

Passos marcados e rodopios,

Faz sua imagem, um desafio

Chegando ao céu, sem sair do chão.

 

Seu corpo transpira tons,

Acordes, notas e mil refrãos.

Declama versos metrificados

Com sapatilhas ou pés descalços.

 

Canta com o corpo, riscando o chão,

Fazendo rimas movimentadas.

Faz da sua carne um verbo à parte.

Tem no espírito a poesia.

O dançarino é um poeta,

Se faz poema, nas melodias.


Val Mello



Performance Poesia e  Multimídia


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Val Mello- 

Val Mello, Piauiense, Bacharel em Administração de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Qualidade, Técnica em Estética e Imagem Pessoal, poeta apperjiana nº500,  performer, artista plástica, dançarina de dança oriental. Participou de várias coletâneas poéticas. Em 2020, lançou seu primeiro e-book em coautoria com Jorge Ventura, "A Violeta 19- Uma Transmutação Pandêmica" e em 2021 lançará seu primeiro livro solo "Vermelhos InVersos", ambos pelo selo da Ventura Editora.
Faz parte da diretoria da APPERJ, gestão 2020-2022

Participou de todas as  Mostras de Poesia Contemporânea da APPERJ .
 Em 2018, no  palco  do  auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, explorou  suas ilustrações (trabalho  também disponível em seu  instagram @visual_poema).
     Em 2019, participou como  atração especial na performance Poesia e Multimídia - som, imagem, corpo, movimento e poesia. 

Foto Eduardo Reis
Foto Eduardo Reis
                                          




foto Eduardo Reis





Poema performado em 2019- Música de Giselle Lemos e Frederico Salvo

@poesia_ruiva   https://www.instagram.com/poesia_ruiva/?hl=pt-br

 @visual_poema      https://www.instagram.com/visual_poema/?hl=pt-br



terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Amalri Nascimento- Depoimento

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 Amalri Nascimento, poeta e contista, dá o seu depoimento em apoio às atividades de Poesia Contemporânea da APPERJ . Potiguar, da cidade de Brejinho/RN, radicado no Rio de Janeiro desde 1996; Apperjiano nº468, Membro Correspondente da ALTO e IHGM - Teófilo Otoni/MG e ALAAP-RN;

" Sob o Farfalhar do Juazeiro e outros contos que conto" é seu livro de estreia. Artista Plástico, premiado em diversos Salões promovidos e/ou apoiados pela SBBA.

Amalri Nascimentro participou das três edições das Mostras de Poesia Contemporânea da APPERJ

Poema apresentado na I Mostra de Poesia Contemporânea em 2018, no auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

SOZINHO

Fechando-me a segredos 
De combinações infindas
A luz que descortinava as íris aos clarões do dia
Foi-se para se perder nos abissos
Mais recônditos de minh’alma querente 

Sem deixar resquícios de réstias
Por mais tênues que alimentassem 
Um lampejo de esperança
Prostrou-me a tatos doridos
Nessa solidão insana que lancina...

E mesmo que ínsita 
São mudos os ecos
Da aldrava fundida em sentimentos
 Do tempo perdido

O que fazer
Senão sangrar os dedos em agudas farpas
Ao esmurrar a crueza da madeira
De portas que se fecham

Sozinho e sob espreita de olhares hediondos
De gárgulas que vomitam torrentes
A pele nua sucumbe
Aos calafrios do relento que oprime a carne
Enquanto as entranhas reviram-se e ardem 
Às chamas de suplícios e desejos...


Poema apresentado na II Mostra de Poesia Contemporânea em 2019, no auditório Machado de Assis, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

TEIAS ONÍRICAS Ao varar da madrugada Rasteja-se ao abraço do leito Meu corpo lasso, A inconsciência do tempo desejo como afago. Não há tempo nem espaço, Apenas o peso teso do torso, Membros em descompasso, Braços e pernas no vazio infindo do vácuo. A manhã fora engolida inteira! Carícias dum sonho amorfo Ecoam dum campanário distante Badaladas que sussurram o meio-dia, À cama, atadas em cobertores, digladiam horas insones... No fazer-se da tarde O sino insistente sopra um grito morno, Pesadelos cíclicos tecem fios oníricos Dum casulo que não se fecha no claustro desejoso. Levanto bocejo rastejo urino gargarejo escarro... Bebo e como... Ah, como bebo e como! Esgueiro-me pelos arcanos do quarto e recosto-me, Mergulho na modorra obsidente e readormeço Na feérica espera da metamorfose que não se completa


 

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Cláudia Orquídea- Depoimento



Cláudia Orquidea é Atriz, Poeta, Pedagoga, Pintora, Radialista, Klaus. Atuante em movimentos Sociais e Saraus na Cidade do Rio de Janeiro.Fala sobre suas participações nas Mostras de Poesias Contemporâneas da APPERJ Participou da I Mostra de Poesia Contemporânea em 2018, com a obra " "EVA A CRUZ É TUA" e com videopoema em 2020, na edição virtualEVA A CRUZ é tua !!!

EVA FOI À CRUZ.... EVA, TEU ODOR É ESPERMA...O DE CRISTO É SANGUE.... EVA VOCÊ NA CRUZ É A NUDEZ É A VISTA DO SEXO... QUE O TODO HOMEM REJEITA! CRISTO ERA APENAS UM CORPO, CUJO O FÁLICO SEXO É ACEITO..... EVA, TUAS CORES SÃO OFENSAS, ENQUANTO O SUDÁRIO É SUBLIME E TU... NUNCA VESTE..... EVA, TEU LEITE É VENENO....ENQUANTO O SUOR DE CRISTO É UM CÁLICE DIVINO.... EVA, TUA VAIDADE É IMPURA, LEVA À SEDUÇÃO. ENQUANTO CRISTO, CATIVA COM PALAVRAS ARREBATA MULTIDÕES! EVA, TUA PRESENÇA INCOMODA, TEU PENSAR ABOMINA.... PARA SEMPRE O JULGO DO EXPOSTO A SER MALDITA, PERPETUO SEPULCRO! POR PERTENCERES AO MUNDO DOS BESTAS, SOCIAIS..... TATUARAM-TE UMA CRUZ INSANA, INVISÍVEL ENTRE AS PERNAS, ENTRE OS SEIOS, IMPRÓPRIA ÁS EMOÇÕES! SEM SER PURA, NUA MULHER!!! ATÉ CARREGARES NO SUSPIRO O GOZO DE MULHER. MUDA DESDE O VENTRE PARA NÃO SE VESTIR, FALAR, SENTAR, PENSAR E SER EVA.... É TARDE EVA, EM NADA POSSO TE AJUDAR! A ELE FOI DADO A COROA DA VIDA, A TI APELIDASTE DE PUTA.... ROUBOU- LHE ATÉ MESMO O VÉU! PARA ESCREVER SUA HISTÓRIA....SUJA, HIPOCRISIA INSÓLITA..... CARREGADA DE SÍMBOLOS ENTRE AS PERNAS.... OFENDO, AGRIDO, REPUGNO O OLHAR DO ESCOLHIDO!!! EVA !!! EVA.. TUA CRUZ NÃO TE PERTENCE, A ELE FOI DADO O TRONO! EVA.... TU CARREGAS NO VENTRE O TEU PIOR INIMIGO...ALIMENTA, AMAMENTA, ABRE AS FENDAS E SE AJOELHA EM SÚPLICA.... MAS TEU DESEJO É IMPURO, ENQUANTO O DELE É A SUA TORMENTA! POIS QUE DO SÊMEN EXPOSTO QUANDO INCRÉDULO SE COMPRIMI, FAZENDO INCERTO ENTRE O CÔNCAVO E O CONVÉS, ATRIBUI O TEU DESTINO QUASE CERTO. SERPENTE OU INSETO, QUERIA.....EVA! DAR-TE A PAZ.... AGORA QUE PERCEBO.....DESTINO ATROZ.... DESTINO DESTE DEUS, CRIADOR TE FEZ ASSIM....LAMENTO!!! A CRUZ É TUA EM MAIS CRUEL REALIDADE, DAQUELES QUE TE CONDENAM EM VIDA.... EMBORA TE USEM SEMPRE.... NADA SÃO! EVA, A CRUZ É TUA!!! LEVA-TE, QUEIMA-A AINDA ASSIM ÉS ALGO A MAIS!!!

CLÁUDIA ORQUÍDEA

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

URBANOSEMCAUSA--->Mozart Carvalho e Sérgio Gerônimo


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  Trabalho apresentado na I Mostra de Poesia Contemporânea da Apperj em 2018, no  palco do Auditório Machado de Assis na Fundação Biblioteca  Nacional   

 Dois poetas: Mozart Carvalho e Sérgio Gerônimo encenam o caos urbano. Os textos dialogam, entre imagens e sons, interagindo com a plateia, sugerindo uma cumplicidade cidadã. Um estranhamento permanece. Onde termina a ficção/realidade e vide-versos? Unidos pela palavra descobrem a força criadora da vontade na dita sociedade intoxicada. Não, à violência! Não se cale! Você finge que vota, eles fingem que administram (o nosso suor de cada dia imposto): voto sim, voto não! Se tá tudo pacificado, não sabemos, o carioca ou o cidadão de algum lugar, qualquer lugar, ainda, acredita na imparcialidade dos improváveis... 

Surge o URBANOSEMCAUSA – poesia interativaurbanamultifacetada com foco, na fala de toda gente, performance de Mozart Carvalho e Sérgio Gerônimo.



Luna Magalhãess- Depoimento

 Luna Magalhãess,  professora, poeta, ativista cultural e idealizadora da marca Versos e Vozes, abre seu  coração e demonstra seu  carinho  em ter participado da III Mostra de Poesia Contemporânea da APPERJ 2020- Edição virtual- e das edições presenciais 2018 e 2019.

Em 2019, Luna Magalhães apresentou  o poema  "A Valsa", um intertexto feito a partir do poema "A Valsa", de Casimiro de Abreu, escrito ha mais de um século.   O poema da autora ganhou  maior expressividade, sendo ele musicado nesse mesmo ano pela cantora Joyce Kelly e foi  gravado  pelo projeto "Sopa 7". A canção encontra-se disponível nas principais plataformas digitais 



A VALSA 
(Joyce Kelly / Luna Magalhães) 

Eu danço, tu danças, voando e cantando, tão rosas, formosas e vivas
Coradas, lascivas, na valsa não finjo, invento, eu giro
E os olhos piscando, voando, sorrindo, flertando e sonhando

Levando... 
seu beijo pro meu

O sorriso é vivaz e tem paz, me refaz, é capaz de fazer
Um segundo, profundo, fecundo, a passo, mil braços, abraços
Eu valso os lábios molhados, rubros, vermelhos de sangue

Levando... 
meu beijo pro teu

Quem dera ser teu par e ser teu até o fim
Permita, me diga que sim, não negue essa dança pra mim (2x)

Permita, me diga que sim, não negue essa dança pra mim (2x)


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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

 


COMUNICADO

 

Em virtude do sucesso absoluto da III Mostra de Poesia Contemporânea da APPERJ, Edição Virtual 2020, a Diretoria da instituição vem a público agradecer todos os participantes do evento,assim como a todos que curtiram, comentaram e viralizaram as postagens.

A Diretoria informa, ainda, que, no mês de novembro, o blog será atualizado  com o melhores momentos das edições de  2018,  2019 e 2020 da Mostra de Poesia Contemporânea da APPERJ, nas páginas  internas.

Já na página inicial,  haverá entrevistas especiais sobre esses melhores momentos.

Diretor de Comunicação Social - Luiz Otávio Oliani

Presidente - Jorge Ventura